Teca Nelma defende participação popular e desenvolvimento de Alagoas em debate com bancários
Vereadora destacou a importância de construir políticas públicas voltadas à redução das desigualdades
A vereadora e pré-candidata a deputada estadual Teca Nelma participou, neste sábado (27), de um debate promovido pelo Sindicato dos Bancários de Alagoas sobre os desafios e as perspectivas para o desenvolvimento do estado. Durante a atividade, apresentou reflexões sobre a realidade alagoana e defendeu a construção de um projeto de desenvolvimento baseado na participação popular, na inclusão social e no fortalecimento das políticas públicas.
No encontro, Teca afirmou que transformar Alagoas passa por enfrentar desigualdades históricas que ainda impactam diretamente a vida da população.
"Quando falamos dos indicadores sociais de Alagoas, estamos falando de pessoas sem acesso à educação, à saúde, ao saneamento e às oportunidades. Mudar essa realidade significa transformar vidas. É por isso que construir esperanças é um compromisso com o presente e com o futuro do nosso estado", destacou.
Ao longo da exposição, a vereadora ressaltou que Alagoas reúne potencial econômico, ambiental e humano para crescer, mas precisa superar um modelo histórico de concentração de oportunidades e ampliar os espaços de participação da sociedade nas decisões públicas.
Teca também defendeu uma Assembleia Legislativa mais aberta ao diálogo com a população e comprometida com a elaboração de políticas públicas estruturantes.
"Precisamos de uma Assembleia que represente de verdade o povo alagoano, que realize audiências públicas, fiscalize, proponha soluções e esteja conectada com quem vive os problemas do estado. O desenvolvimento não acontece apenas com obras; ele exige políticas públicas que reduzam desigualdades e ampliem direitos", afirmou.
Ao encerrar sua participação, Teca destacou a importância dos movimentos sindicais e das entidades representativas na construção de um projeto coletivo para Alagoas.
"Os sindicatos cumprem um papel fundamental na defesa dos trabalhadores e na construção de uma sociedade mais democrática. É ouvindo quem vive a realidade do estado que conseguimos construir caminhos para um desenvolvimento mais justo e inclusivo", concluiu.