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Quem era o piloto de helicóptero da Polícia do Rio que faleceu após tiro de fuzil na testa

Ex-comandante de aeronaves da Segurança Pública de Alagoas, Felipe Marques ficou 14 meses internado após ser atingido por tiro de fuzil durante operação policial

Eduarda Nascimento

A morte do policial civil e piloto Felipe Marques Monteiro, de 45 anos, provocou forte comoção entre colegas de farda, amigos e familiares nesse domingo (17). Ex-comandante de aeronaves da Segurança Pública de Alagoas, ele estava internado há 14 meses após ser baleado na cabeça durante uma operação policial no Rio de Janeiro.

Nas redes sociais, Felipe foi homenageado por integrantes das forças de segurança e por pessoas que acompanharam sua luta pela sobrevivência desde março de 2025. “Um herói que lutou até o fim”, escreveu uma internauta. “Sempre será lembrado pela sua força”, comentou outra.

Ao longo da carreira, Felipe Marques teve atuação de destaque na aviação da Segurança Pública de Alagoas, participando de missões estratégicas e operações de apoio aéreo, tornando-se referência entre os profissionais da área.

O policial foi baleado no dia 20 de março de 2025, enquanto atuava como copiloto de um helicóptero da Polícia Civil do Rio de Janeiro durante a Operação Torniquete, realizada na comunidade Vila Aliança, em Bangu.

Segundo informações da época, a aeronave dava suporte à ação policial quando Felipe foi atingido na testa por um disparo de fuzil. Ele foi socorrido em estado gravíssimo e levado ao Hospital Municipal Miguel Couto, no Leblon, onde permaneceu internado desde então.

Durante o período de recuperação, familiares e amigos compartilharam atualizações sobre o estado de saúde do piloto, que chegou a apresentar sinais de melhora. A morte foi confirmada pela família por meio das redes sociais.

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