Arquivamento! Justiça descarta crime de resistência em caso ligado à morte de Thawanna em SP
A Justiça de São Paulo determinou o arquivamento do inquérito que investigava o companheiro de Thawanna da Silva Salmázio por suposta resistência no dia em que ela foi morta, na zona leste da capital.
O pedido partiu do Ministério Público de São Paulo, que apontou falta de provas de violência ou ameaça por parte de Luciano Gonçalves dos Santos. Segundo a promotoria, uma reação emocional ou exaltação verbal não configura crime de resistência.
Luciano estava com Thawanna quando ela foi baleada por uma policial militar durante uma ocorrência em Cidade Tiradentes. Para o MP, além de não haver indícios de crime, ele é considerado testemunha direta do homicídio.
Na decisão, a Justiça destacou que não há justa causa para abrir ação penal, mas deixou em aberto a possibilidade de reabertura do caso caso surjam novas provas.
Já a policial envolvida, Yasmin Cursino Ferreira, segue afastada das funções, sem porte de arma e com restrições impostas pela Justiça enquanto o caso principal continua sendo investigado.