Menina morta pela mãe e padrasto foi enterrada viva no quintal, aponta IML
O laudo do Instituto Médico Legal concluiu que Maria Clara Aguirre Lisboa, de cinco anos, morreu por asfixia após ser enterrada ainda com vida no quintal de sua casa, em Itapetininga (SP), em outubro do ano passado. O exame também apontou que a criança sofreu traumatismo craniano em decorrência de agressões, além de indicar a presença de terra nas vias respiratórias, o que confirma que ela ainda respirava quando foi soterrada.
O corpo foi localizado em uma cova rasa que havia sido coberta com concreto nos fundos do imóvel. A mãe, Luiza Aguirre Barbosa da Silva, e o padrasto, Rodrigo Ribeiro Machado, confessaram o crime e permanecem presos. A Justiça agendou para o dia 19 uma audiência que irá decidir se os dois serão levados a julgamento pelo júri popular.