Cazarré diz que feministas "lucram com a divisão" ao rebater críticas ao seu curso para homens
Ator respondeu críticas ao curso voltado ao público masculino, “O Farol e a Forja”
O ator Juliano Cazarré voltou a falar sobre “O Farol e a Forja”, seu curso voltado para homens, durante uma live no Instagram na noite desta segunda-feira (27). Rebatendo críticas de que o projeto seria machista, ele afirmou que feministas e progressistas reclamam de violência masculina e ausência paterna, mas se incomodam quando ele propõe uma solução. "Quando eu crio um evento para a gente ter homens melhores, homens fortes — porque quem bate mulher não é um homem forte, é um homem fraco —, quando eu crio um evento para a gente ter pais presentes e maridos atenciosos, eles ficam loucos e dão um xilique. O que isso indica? Que eles não querem resolver a situação. Eles lucram com essa divisão", declarou.
O ator também abordou críticas que recebe ao falar sobre a importância da figura paterna. Cazarré disse ser cancelado toda vez que defende que crianças precisam de pais, pois as pessoas interpretam como uma desvalorização das mães solo. "Já falei que mulheres que criam os filhos sozinhas são heroínas. Mas não é o ideal", pontuou, acrescentando que "meninos que crescem sem pai são ruins para as mulheres que vão se relacionar com eles, porque eles não tiveram referência".
Para Cazarré, a sociedade enfrenta uma crise silenciosa dos homens, marcada por depressão, vícios e ausência familiar. "A gente vê crianças crescendo sem pai, homens deprimidos sem saber o porquê, homens e mulheres viciados em pornografia e álcool. E a consequência disso? Famílias destruídas, filhos sem referência, mulheres sobrecarregadas e uma sociedade completamente adoecida", afirmou. Religioso, o ator disse ainda ver "o bom humor de Deus" nas críticas que tem recebido.