Romeu Zema nega ser vice de Flávio Bolsonaro e que vai manter pré-candidatura à presidência: “Até o fim”
Governador de Minas Gerais afirmou que pode existir uma aliança derrotar Lula no segundo turno.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), descartou a possibilidade de desistir de sua pré-candidatura à Presidência para ser vice de Flávio Bolsonaro (PL). Apesar da negativa, o postulante à chefia do executivo federal deixou portas abertas com o PL e afirmou que pode existir uma aliança em um eventual segundo turno para derrotar Lula.
"Vou manter a pré-candidatura até o final. Porque nós temos propostas que a maioria da classe política tem pavor", disse.
Ele também pregou a união para derrotar o atual presidente e disse que "quanto mais pré-candidatos a direita tiver, melhor. Mais difícil vai ficar para o PT direcionar o seu ataque a um só candidato".
Na oportunidade, ele anunciou o seu plano de governo. Entre as propostas estão a redução da maioridade penal, a privatização de todas as empresas estatais, uma alternativa à CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), o fim das "saidinhas" e a classificação de facções criminosas como grupos terroristas.
De acordo com a pesquisa promovida pela Genial/Quaest, Zema tem 3% das intenções de voto. Já Flávio tem 32%, enquanto Lula lidera com 37%. O governador de Minas Gerais ainda fica atrás de Ronaldo Caiado (PSD), com 6%.
Depois, a pesquisa segue com Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) com 2%, Cabo Daciolo (Mobiliza) e Samara Martins (UP) com 1% e Aldo Rebelo (DC) com menos de 1%. Ainda, 5% se declararam indecisos e 11% são de Brancos/Nulos ou não votarão.