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Brasil
Caso master

Família de "Sicário" diz que ainda não recebeu imagens da PF e laudo do IML

Arthur Vieira

A família de Luiz Phillipi Machado de Morais Mourão, conhecido como “Felipe Mourão” ou “Sicário”, afirmou que ainda não teve acesso às imagens de segurança, aos autos do inquérito nem ao laudo do Instituto Médico Legal (IML) sobre a morte do investigado. A informação foi divulgada em nota nesta segunda-feira (13).

Mourão era apontado como cúmplice do empresário Daniel Vorcaro, ligado ao extinto Banco Master, e estava preso sob custódia da Polícia Federal quando teria atentado contra a própria vida. Ele morreu no início de março, após período de internação em Minas Gerais.

No comunicado, a família afirma que tomou conhecimento do caso pela imprensa e critica a ausência de informações oficiais. Também questiona o uso do apelido “Sicário” nas investigações, destacando que a acusação de envolvimento em homicídios seria grave e, até o momento, sem comprovação pública.

Os familiares ainda pedem acesso aos dados da terceira fase da operação Compliance Zero, que também teve como alvo o empresário Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro.

Segundo a Polícia Federal, Mourão integraria um grupo investigado por monitoramento de pessoas e obtenção ilegal de informações. A corporação aponta que ele teria acessado, de forma indevida, sistemas restritos de órgãos públicos, incluindo bases da própria PF, do Ministério Público Federal e até de instituições internacionais, como FBI e Interpol. O caso segue sob investigação.

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