Pastora é considerada foragida após PF não encontrá-la em operação
O mandado de prisão preventiva foi expedido pela Justiça Federal de São Paulo no mesmo dia, junto com as ordens de prisão do pastor Josivaldo Batista de Souza, marido de Simone, e do empresário Marco Silva Mott, amigo de infância de Manga.
Os dois foram presos, mas Simone não foi encontrada em casa.
Como o processo tramita em segredo de Justiça, o mandado contra Simone não havia sido tornado público até agora. Procuradas, a Polícia Federal e o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) não comentaram o caso.
Segundo as investigações, Simone atuava como operadora financeira de Rodrigo Manga. Na casa dela, durante a primeira fase da operação, realizada em abril, a PF apreendeu R$ 903 mil em espécie — valor que inicialmente havia sido divulgado como R$ 863 mil.
De acordo com a Polícia Federal, a pastora pagava inúmeras contas pessoais de sua irmã Sirlange, primeira-dama de Sorocaba, e do próprio Manga, “muito provavelmente com recursos de origem ilícita”.
No celular de Simone, os agentes encontraram boletos e comprovantes de pagamentos em nome do prefeito, incluindo uma mensalidade de R$ 570 do Ipanema Clube e até mensalidades da faculdade da filha de Manga, Giulia.