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Líder do Missão, novo partido ligado ao MBL, afirma que bolsonarismo morreu e direita deve migrar para a sigla

O líder e fundador do novo partido Missão, Renan Santos, declarou que “o bolsonarismo morreu” e que a nova legenda nasce para representar uma alternativa liberal e democrática dentro da direita brasileira. A afirmação foi feita após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovar, na terça-feira (4), o estatuto do partido, ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL), tornando-o a 30ª sigla política do país. Segundo Renan, o Missão surge com a proposta de reconstruir a direita sem o personalismo e a radicalização que marcaram os últimos anos. “Queremos um projeto que una valores liberais e democráticos, sem depender de mitos ou messias”, afirmou o fundador. O dirigente adiantou que pretende ser candidato à Presidência da República em 2026, após tentativas frustradas de lançar o comediante Danilo Gentili e o deputado Kim Kataguiri. “Se ninguém pode ou quer enfrentar o desafio, eu mesmo irei para a disputa”, disse Renan. Sobre financiamento, ele reconheceu que o partido precisará utilizar o fundo eleitoral, estimado entre R$ 3 e 4 milhões, apesar de antes o MBL ter criticado o uso desses recursos. “A experiência mostrou que disputar eleições majoritárias sem estrutura é inviável. Continuamos defendendo transparência, mas com os pés na realidade”, concluiu.
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