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TJ-SP mantém viúva Rafaela Costa fora da prisão; Marcelly Peretto e Mário Vitorino vão a júri popular

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou a liminar do Ministério Público que pedia a prisão preventiva imediata de Rafaela Costa da Silva, viúva do comerciante Igor Peretto. Rafaela, que ficou presa por um ano e um mês, foi liberada na última sexta-feira (17) após decisão do juiz Felipe Esmanhoto Mateo, que desclassificou sua participação no crime, alegando que ela não estava presente no momento do assassinato.

O comerciante Igor Peretto foi morto a facadas em agosto de 2024, no apartamento de sua irmã, Marcelly Peretto, em Praia Grande. Na denúncia do MP, Rafaela, Marcelly e Mário Vitorino cunhado da vítima teriam premeditado o homicídio. Com a decisão judicial, Marcelly e Mário seguem para júri popular, enquanto Rafaela permanece fora da prisão. O promotor do caso ainda recorreu solicitando que a viúva também seja levada a julgamento, mas o desembargador responsável considerou a liminar “uma providência excepcionalíssima” e negou o pedido.

O advogado de Rafaela, Yuri Cruz, defendeu a decisão, afirmando que foi “equilibrada e justa” diante das provas que afastaram a participação da cliente no assassinato. Segundo relatos, Rafaela teria chegado ao apartamento junto com Marcelly, mas saiu pouco antes da chegada de Igor e do suspeito pelo crime. O caso continua sob investigação, e recursos do Ministério Público ainda podem ser analisados pelo TJ-SP.

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