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Defesa de Mauro Cid afirma no STF que presidente do PL gerenciou diálogo por relatório contra urnas

A defesa do tenente-coronel Mauro Cid afirmou ao Supremo Tribunal Federal que o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, foi quem gerenciou a conversa sobre a elaboração de um relatório que questionava a segurança das urnas eletrônicas. A declaração foi feita no âmbito do julgamento do chamado núcleo 4 da tentativa de golpe de 2022. Segundo os advogados, Cid teria apenas repassado informações a pedido de Valdemar, que teria coordenado o diálogo com outros aliados políticos. A defesa tenta afastar do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro a responsabilidade pela criação do documento, que foi usado para disseminar dúvidas sobre o processo eleitoral. "Valdemar Costa Neto, e eu acho que isso é importante, era quem gerenciava todo tipo de diálogo, inclusive com a imprensa, com os candidatos, com a chapa perdedora que, inconformada, transformou esse país em um inferno e que a gente ainda vai ter que fazer alguns exorcismos", declarou Dinis. O núcleo 4 é composto por sete réus, entre eles Mauro Cid, o coronel Jean Lawand Júnior, o major Rafael Martins, o tenente-coronel Marcelo Câmara, o agente da Polícia Federal Alexandre Ramagem, o analista Carlos de Souza e o presidente do Instituto Voto Legal, Fernando Cerqueira. Eles respondem por crimes de tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, associação criminosa e incitação ao crime, por supostamente integrarem um grupo que espalhou desinformação e articulou ações para desacreditar as eleições de 2022.
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