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Ministro de Lula, Renan Filho defende reduzir penas de golpistas considerados "bois de piranha"

O ministro dos Transportes, Renan Filho, se manifestou nesta segunda-feira (22) sobre a possível redução de pena para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023. Em declaração durante evento em São Paulo, ele sugeriu que as pessoas usadas como “boi de piranha” ou “massa de manobra” poderiam ter suas penas reavaliadas, mas frisou que aqueles que planejaram o golpe não devem ter qualquer benefício. Renan também mencionou que a situação será discutida no Congresso, onde a proposta poderá ser debatida mais profundamente. O ministro ainda criticou as propostas de anistia e a PEC da Blindagem, defendendo que não há espaço para essas pautas na sociedade. Segundo Renan, as manifestações contra essas propostas, realizadas em diversas cidades do Brasil no último domingo (21), demonstram um claro desejo popular por maior transparência no Congresso. Ele acredita que a PEC da Blindagem não irá adiante e que o Senado pode até mesmo enterrá-la na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), sem necessidade de votação no plenário. O posicionamento de Renan Filho é compartilhado por outros membros do governo, como o ministro Silvio Costa Filho, dos Portos e Aeroportos, que também se opôs à anistia e à PEC da Blindagem. Para ele, as manifestações do fim de semana foram legítimas e ajudaram a fortalecer a democracia brasileira. Costa Filho, que já foi deputado, declarou que votaria contra as propostas caso ainda estivesse no cargo e espera que o Senado rejeite definitivamente as pautas. Em relação às penas dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, Renan Filho sugeriu que o Congresso deve focar na análise detalhada das tipificações penais antes de tomar decisões sobre o mérito das punições. O ministro reiterou que um texto sobre as tipificações será apresentado na próxima semana, abrindo caminho para uma avaliação mais aprofundada sobre as responsabilidades e a dosimetria das penas.  
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