Agora vamos lutar contra a anistia, diz Cauê Castro após condenação de Bolsonaro
A condenação de Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal, por crimes contra a democracia, representa um marco histórico na vida política brasileira. O julgamento, que contou com maioria formada entre os ministros da Corte, reafirma que ninguém está acima da lei e que os ataques ao Estado Democrático de Direito não ficarão impunes.
Para o superintendente federal Cauê Castro, o momento exige não apenas celebração, mas também vigilância e mobilização popular. “A condenação de Bolsonaro mostra que a justiça está viva no Brasil, mas a nossa luta não acaba aqui. Agora precisamos barrar a tentativa de anistia no Congresso Nacional, porque ela significaria um retrocesso inaceitável”, destacou.
Cauê ressalta que a anistia, defendida pela extrema-direita, seria um “perdão coletivo” a quem atentou contra o país e abriria espaço para a impunidade. “Não podemos permitir que os mesmos que tramaram contra a democracia sejam perdoados de forma artificial. O Brasil precisa seguir em frente, punindo os culpados e fortalecendo nossas instituições”, afirmou.
O superintendente também convocou a população a seguir firme na defesa do Estado de Direito. “Esse é o momento de estar vigilante e atuante. A sociedade brasileira precisa dizer não à anistia, nas ruas, nas redes e em todos os espaços possíveis. Só assim construiremos um país mais justo e soberano, onde quem atenta contra a democracia pague pelos seus crimes.”
Segundo Cauê, a mensagem é clara: “A luta continua. Agora é contra a anistia, pela memória, pela justiça e pela democracia.”
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