Com popularidade em baixa e derrubada do IOF no Congresso, Governo estuda como reagir
O governo estuda como reagir à derrubada do decreto que reajustava o Imposto sobre Operações Fincanceiras (IOF) para cumprimento da meta fiscal de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá se reunir com com a equipe econômica e articuladores políticos ainda nesta quinta-feira (26). Segundo aliados, estão na mesa o bloqueio do orçamento público, pressão sobre emendas, judicialização no Supremo Tribunal Federal (STF) e até reforma na Esplanada.
Nos cálculos do governo, a derrubada do IOF levará a um bloqueio de aproximadamente R$ 12 bilhões. Segundo lideranças lulistas no Congresso, isso travará o pagamento de R$ 3 bilhões em emendas parlamentares. De acordo com os representantes do Planalto, todo bloqueio que afetar a Esplanada atingirá também o Congresso, em 25%.
Agora, sem o reajuste do IOF, o Planalto precisará procurar outras fontes de arrecadação para evitar que o orçamento de pastas importantes seja bloqueado. Existe o medo de cortes na verba do programa Pé-de-Meia, por exemplo, uma das apostas do Ministério da popularidade do presidente Lula até 2026.
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