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Moscas viciadas em cocaína podem ajudar em tratamento com dependentes químicos

Pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, criaram um modelo inusitado que pode transformar o combate à dependência química: moscas geneticamente modificadas que desenvolvem vício em cocaína. A ideia, por mais estranha que pareça, promete acelerar a descoberta de terapias mais eficazes para tratar um transtorno que atinge cerca de 1,5 milhão de americanos.

O uso desses insetos como modelo experimental se deve à simplicidade do cérebro das moscas, que permite estudar com mais clareza os mecanismos neurológicos envolvidos na dependência. Os cientistas acreditam que o comportamento dessas moscas pode revelar novas pistas sobre como o vício atua no cérebro humano e como pode ser combatido.

Além de representar um avanço na medicina, o experimento abre caminho para abordagens mais rápidas e acessíveis no desenvolvimento de medicamentos. Segundo os autores do estudo, os próximos passos incluem testes com diferentes substâncias e a busca por intervenções que possam bloquear os efeitos da droga ainda no início do processo de dependência.

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