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Moraes pede que defesa de Collor apresente atestados médicos em 48 horas

O ex-presidente Fernando Collor tem 48 horas para comprovar que sofre do mal de Parkinson e outras comorbidades citadas por sua defesa nas duas solicitações de prisão domiciliar. A decisão partiu do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para atestar a necessidade de cuidado constante em casa. Collor foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes a cumprir pena em Maceió, no Presídio Baldomero Cavalcanti, onde se encontra desde a última sexta-feira (25), após audiência de custódia. A defesa dele pede, no entanto, que o ex-presidente cumpra pena em casa. Além de conceder o prazo de dois dias para o advogado do ex-senador comprovar, por meio de receitas e laudos médicos, que Collor tem mal de Parkinson, apneia do sono e transtorno de bipolaridade afetiva, Moraes pediu que a documentação enviada seja mantida sob sigilo como preservação da intimidade do político. Existe um detalhe, porém, que pode atrapalhar o pedido da defesa. Na audiência de custódia, Collor foi perguntado se fazia uso de algum tipo de medicamento contínuo e controlado, e respondeu ao juiz que estava bem de saúde e negou qualquer medicação tomada.
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