Presídio onde Collor está detido é alvo de denúncias, superlotação e tem outros acusados conhecidos
O ex-presidente Fernando Collor foi encaminhado ao presídio Baldomero Cavalcanti, depois do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atender parcialmente o pedido da defesa de deixá-lo recluso em Alagoas. Na tarde desta sexta-feira (25), depois de fazer exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), Collor foi levado à unidade prisional.
Em 2022, um relatório do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (MNPCT) constatou 1.540 pessoas detidas no local, praticamente o dobro da capacidade. Além disso, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/AL) recebeu denúncias de tortura, além das péssimas condições.
Também estão detidos no módulo especial do Baldomero Cavalcanti o advogado João Neto, acusado de violência doméstica há quase duas semanas, e o influenciador Kel Ferreti, acusado de estupro e ingresso no Sistema Prisional desde dezembro de 2024.
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