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Com cargos mantidos, Chiquinho e Domingos Brazão já custaram R$ 2,2 milhões aos cofres públicos

Após dois anos de prisão pela morte de Marielle Franco e Anderson Gomes, os irmãos Chiquinho e Domingos Brazão, deputado federal (sem partido) e conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), respectivamente, continuam a ocupar seus cargos e a receber salários, que já custaram R$ 2,2 milhões aos cofres públicos. De acordo com o Portal da Transparência da Câmara, Chiquinho mantém o imóvel funcional e seu gabinete, com 28 assessores e assistentes. De fevereiro a novembro de 2024, o gabinete usou R$ 1,2 milhão. Enquanto o parlamentar recebeu R$ 522 mil de salário bruto nos últimos 12 meses. Domingos Brazão também manteve seus recebimentos, somando R$ 478 mil brutos. Segundo o tribunal, os 19 assessores do conselheiro foram realocados para outros gabinetes. A assessoria do presidente da Câmara dos Deputados, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), foi procurada e não informou se já foi marcada uma data para a votação da cassação desses mandatos em Plenário.  
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