Tenente-coronel acusado de torturar policial alagoano até a morte fica livre de punição
A Vara Criminal de Cuiabá determinou que o tenente-coronel Dulcézio Barros Oliveira não pode mais ser punido, no caso da morte do policial alagoano Abinoão Soares de Oliveira. Ele tinha sido condenado por maus-tratos ao policial, em 2010, pois, durante um treinamento militar no Lago do Manso, em Cuiabá, ele afogou Abinoão Soares de 34 anos até a morte.
O tenente-coronel Dulcézio Barros, instrutor de treinamento, foi condenado a seis anos e meio de prisão, além de ser cassado do posto militar e do cargo público. Mais tarde, em regime aberto, a pena foi reduzida para dois anos e quatro meses.
O Ministério Público o denunciou à tortura seguida de morte, no entanto, o Conselho de Justiça Militar e os tribunais mudaram a descrição do crime para tortura e, mais de uma década depois, o veredicto foi prescrito. Por isso, na prática, ele não poderá mais ser penalizado.
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