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Lira cita pacote anticrime e tenta derrubar processo por corrupção no STF

Deputado Arthur Lira (PP), virou réu em processo desde outubro de 2019 no Supremo Tribunal Federal (STF), acusado supostamente de ter recebido o montante de R$ 106.000,00 reais em propina, valores esses, pagos pelo ex-presidente da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), Francisco Colombo, e tenta derrubar a ação junto à corte superior. Na última segunda-feira (27), os advogados de Lira apresentaram ao STF um novo recurso, sustentando que a acusação no caso CBTU foi enfraquecida a partir da decisão da Segunda Turma do STF que rejeitou, em março de 2021, a denúncia do inquérito que ficou conhecido como “quadrilhão do PP”, que apontava o crime de organização criminosa por políticos do partido, incluindo Lira. O recurso da defesa de Lira solicita que a PGR, faça uma reanálise sob as novidades legislativas, se a denúncia tem “justa causa” para o processo ter prosseguimento. Caso o Ministério Público Federal se manifeste pela continuidade da acusação, os defensores de Lira pedem que o órgão emita um parecer sobre a possibilidade de ser proposto um acordo de não persecução penal – uma novidade vinda do pacote anticrime, que envolve medidas como pagamento de multa e reconhecimento de culpa em troca de encerramento do processo.
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