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Servidores federais não aceitam reajuste de 7,9% e planejam contraproposta.

Infelizes com o reajuste salarial de 7,9% e o aumento do vale-alimentação em R$ 200, sindicatos de funcionários públicos federais articulam uma contraproposta que será encaminhada ao governo federal. Os representantes dos servidores e o governo federal devem reunir-se nesta terça-feira (28). Enquanto isto, as entidades acordam entre si qual será o valor exato do reajuste. “A proposta [do governo] ainda não chegou ao necessário para que se tenha um tratamento isonômico entre Executivo, Judiciário e Legislativo”, afirmou o vice-presidente da CSB Flavio Werneck. Em alguns casos, há categorias que não possuem reajuste há 6 anos, desde 2017. Um fator que contribuiu para a falta de reajustes, foi uma lei aprovada durante a pandemia da Covid-19, congelando os vencimentos dos servidores federais em 2020 e 2021. Durante o período de 6 anos a defasagem salarial chegou em 27% para alguma categoria. Sendo assim, a proposta apresentada pelo pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviço Público, não chega nem perto de resolver o problema. Em nota, a Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB) cobra do Executivo mais "empenho na busca por mais recursos junto ao Congresso Nacional para que a recomposição das perdas salariais seja plenamente atendida", e cobra ainda a melhoria da proprosta feita pelo governo, uma vez que a mesma "não cobre o total dos prejuízos acumulados”,
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