Em visita de chanceler alemão, Lula critica ONU e diz que Brasil não quer participar da guerra mas "se for preciso conversar com o Putin, eu faço"
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta segunda-feira com o chanceler alemão, Olaf Scholz, e aproveitou para comentar os rumos da guerra na Ucrânia e a posição do Brasil perante o conflito.
Lula, que chegou a rejeitar proposta alemã de enviar munições para tanques na Ucrânia disse que o Brasil não tem interesse de participar da guerra, mesmo que indiretamente, mas que "se puder ajudar" vai ajudar, e que "Se for preciso conversar com o Zelensky (presidente da Ucrânia, com o Putin (presidente russo), eu faço".
O presidente também criticou a atuação das Organizações das Nações Unidas (ONU), "não representa mais a realidade geopolítica. Queremos que o Conselho de Segurança da ONU tenha força, tenha mais representatividade e que possa falar mais uma linguaguem que o mundo está precisando." Segundo Lula, a guerra poderia ter sido evitada se países se unissem para interferir e intermediar negociações.
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