A decisão de nomear a deputada Erika Hilton para comandar a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados segue causando uma verdadeira onda de manifestações de parlamentares que questionam a legitimidade de uma pessoa “trans” presidir o colegiado. Foi o caso, agora, da vereadora do Rio de Janeiro, Alana Passos.
Em um vídeo publicado em suas redes sociais, Alana afirma que Erika Hilton não é “mulher” e que não aceita ser chamada de “pessoa que gesta”, fazendo alusão a uma frase mencionada pela deputada em um discurso, no qual ela afirmava que não eram apenas mulheres que engravidavam, mas sim pessoas.
A vereadora também afirmou que “a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher precisa ser presidida por alguém que represente as mulheres biológicas e esteja totalmente focada em pautas urgentes, como segurança, saúde e combate à violência”. Segundo ela, a escolha de Hilton “gera um debate legítimo sobre critérios de representatividade”.








