O tenente-coronel Geraldo Neto, preso sob suspeita de matar a esposa com um tiro na cabeça dentro do apartamento do casal, afirmou em depoimento à Polícia Civil que o relacionamento ainda era baseado em afeto, apesar de dificuldades recentes.
Durante audiência de custódia, ele declarou que o casal conversava sobre a possibilidade de separação ou de continuidade da relação, e que ambos avaliavam caminhos para o futuro.
No interrogatório, o militar também contestou a hipótese de suicídio levantada durante a investigação. Segundo ele, a esposa fazia planos para a própria vida, incluindo oportunidades de trabalho, o que, na avaliação dele, não seria compatível com essa possibilidade.
O suspeito afirmou ainda que não esperava esse desfecho e disse que jamais imaginou uma situação como essa.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil.







