“Já doamos mais de 1,5 tonelada de peixe”. A afirmação do superintendente federal da Pesca e Aquicultura em Alagoas, Cauê Castro, resume o alcance das ações desenvolvidas pela Superintendência em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) voltadas à segurança alimentar e à inclusão social no estado.
Segundo Cauê, as iniciativas têm beneficiado diretamente pessoas em situação de vulnerabilidade social, além de estudantes e projetos vinculados à UFAL. As doações são resultado de um programa que integra produção local de tilápia, capacitação técnica e distribuição de pescado, unindo políticas públicas de combate à fome com formação profissional.
Em Alagoas, a execução do programa envolve projetos de aquicultura com forte impacto social, como a implantação de unidades de aquaponia no sistema prisional, voltadas à ressocialização de reeducandos. Parcerias acadêmicas também garantem o fornecimento de alevinos, assistência técnica e capacitação, viabilizando ciclos produtivos que já alcançam a marca de 1,5 tonelada de pescado, conforme registros das ações de despesca e implantação dos módulos.
Entre os públicos atendidos estão indígenas venezuelanos em situação de fragilidade social e internos do sistema prisional que participam de programas de ressocialização por meio da piscicultura. Além de contribuir para o enfrentamento da insegurança alimentar, a iniciativa reforça a alimentação em unidades prisionais e oferece qualificação profissional aos participantes.
Para Cauê Castro, os resultados refletem investimentos públicos e convênios que possibilitaram a instalação das estruturas produtivas, a aquisição de alevinos e a logística de distribuição. “Quando levamos alimento e formação técnica, estamos entregando dignidade, renda e futuro para famílias e para quem busca uma segunda chance”, destacou. A Superintendência informou que pretende ampliar as ações em parceria com a UFAL e outros órgãos, com o objetivo de aumentar a produção e levar mais peixe à mesa de quem mais precisa.









