O relatório final da CPMI do INSS trouxe à tona um pedido que promete gerar forte repercussão no cenário político: a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A solicitação foi apresentada nesta sexta-feira (27) pelo relator Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), sob a justificativa de que há indícios de tentativa de evasão do país.
De acordo com o documento, Lulinha teria viajado para a Espanha nas proximidades da deflagração da Operação Sem Desconto, conduzida pela Polícia Federal. Para o relator, a saída do país nesse contexto levanta suspeitas de risco de fuga, o que poderia comprometer a aplicação da lei penal caso as investigações avancem.
Além do pedido de prisão, o relatório aponta indícios de envolvimento em crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção passiva e tráfico de influência. O texto também menciona uma possível atuação de Lulinha como facilitador de um lobista conhecido como “Careca do INSS”, ampliando a gravidade das acusações e elevando a pressão sobre o governo federal.








