Os problemas administrativos apresentados pela pasta da saúde, anteriormente comandada por Alexandre Ayres e da educação, então sob chefia de Rafael Britto, seriam herança da gestão de Renan Filho para o estado.
Além da falta de repasses para a saúde, o governo do estado de Alagoas também deixa de pagar o mês de janeiro aos monitores contratados da educação após rescisão de contratos. Segundo membros do movimento dos professores, a culpa seria da gestão de Rafael Britto que, segundo eles, teria inflado a folha de pagamento com fins eleitoreiros.
Tanto Ayres quanto Britto foram acusados de utilizar a máquina pública para contratar visando as eleições de 2022. Ambos eleitos, bem como o ex-governador Renan Filho. O senador Rodrigo Cunha chegou a mover uma ação para apurar o possível benefício financeiro a eleitores dos gestores de Renan.










