O presidente da Câmara de Vereadores de Messias, Geraldo Santos, afirmou em entrevista a um programa de rádio neste domingo (29) que o prefeito da cidade, Marcos Silva, teria utilizado R$ 1 milhão em dinheiro em espécie para viabilizar uma “candidatura fajuta”, segundo suas palavras. De acordo com o parlamentar, o valor teria sido usado para “comprar pessoas para não serem contra ele”.
A declaração marca uma nova fase de tensão política no município, após a recente ruptura entre Geraldo Santos e o prefeito. Durante sessão da Câmara na semana passada, o vereador criticou duramente Marcos Silva, relembrando que cedeu o partido ao gestor municipal no passado e afirmou que “essa casa tem voz” e não aceitará imposições do Executivo.
A crise política se agravou após o anúncio de Marcos Silva de que rompeu com o deputado Antônio Albuquerque (Republicanos), optando por seguir com os governistas. Já Geraldo Santos reafirmou sua posição ao lado de Nivaldo Albuquerque e o partido.







