Uma academia em Sombrio (SC) se envolveu em uma polêmica com um de seus alunos devido ao cancelamento de um contrato. Diante da repercussão, a empresa divulgou vídeos para justificar o encerramento do plano de um policial civil, expulso após conflitos relacionados ao uso dos equipamentos.
Os registros, publicados pelo próprio policial no Instagram, mostram treinos com cargas muito altas, quedas de anilhas, máquinas balançando e impactos fortes durante os exercícios. Segundo a academia, esse comportamento caracteriza mau uso, expõe os equipamentos a danos e representa risco para outros alunos, reforçando a versão de que o policial já era alvo de reclamações e advertências internas.
O policial, porém, nega qualquer notificação prévia e afirma que nunca foi instruído a mudar o treino. Ele sustenta que sempre respeitou os limites das máquinas e que o cancelamento foi arbitrário e motivado por preconceito contra treinos de alta intensidade.
O desligamento foi formalizado no final de 2025, com reembolso do período restante. O caso repercute nas redes e abriu debate sobre regras técnicas, dever de advertência e direitos do consumidor em academias.








