Nem todo perigo vem com cara de ameaça. Em muitos casos, ele se apresenta disfarçado de carinho, cuidado ou proximidade excessiva.
Quando pais ou responsáveis adotam determinadas atitudes acreditando que são demonstrações de amor e afeto, podem, sem perceber, expor filhos e filhas a situações de risco. Não se trata de alarmismo, mas de prevenção.
A maioria dos casos de abuso não começa com violência explícita. Começa com confusão, limites mal definidos e a presença de adultos que aparentam ser totalmente confiáveis. É nesse terreno que brechas são abertas.
Neste conteúdo, são abordadas práticas comuns que facilitam a manipulação e a exposição de crianças, muitas vezes sem que a família perceba o perigo a tempo.
Informação, quando chega na hora certa, é uma forma de proteção. Pode evitar traumas e, em alguns casos, proteger uma criança.







