Personagens como Scooby-Doo, Caça-Fantasmas, integrantes da Turma do Chaves, figuras inspiradas em “Round 6” e até extraterrestres passaram a fazer parte do cenário dos blocos de rua em São Paulo, mas, por trás das fantasias, estavam agentes da Polícia Civil de São Paulo. A ação já resultou na prisão de 26 pessoas durante o período carnavalesco na capital.
De acordo com o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), a escolha das caracterizações não é aleatória. O planejamento leva em conta a integração natural ao perfil dos blocos, além de fatores como mobilidade, conforto e segurança operacional. As equipes, compostas em média por seis a oito policiais, atuam em pontos estratégicos definidos com base em análise de inteligência, histórico de ocorrências e grande circulação de foliões.
A proposta é permitir que os agentes se misturem ao público para identificar comportamentos suspeitos, como pessoas que circulam sem participar da festa e focam exclusivamente em bolsos e bolsas alheias. Durante as abordagens, são feitas consultas em sistemas policiais e, quando necessário, применяется tecnologia de reconhecimento facial por dispositivos móveis. Havendo mandado de prisão em aberto ou flagrante delito, a detenção é realizada imediatamente.







