A Polícia Federal afastou temporariamente Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da corporação. A portaria determina ainda que ele entregue, em até cinco dias úteis, a carteira funcional e a arma de fogo pertencente à PF ao seu chefe imediato.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e leva em consideração faltas não justificadas do ex-parlamentar. Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o início de 2025, sem apresentar justificativas formais à instituição.
Em janeiro de 2026, a Polícia Federal já havia determinado o retorno imediato do servidor ao cargo, alertando para a adoção de “providências administrativas e disciplinares cabíveis” em caso de descumprimento. À época, ele permanecia afastado da corporação em razão do exercício do mandato parlamentar.
O mandato de Eduardo Bolsonaro foi cassado em dezembro do ano passado pela Câmara dos Deputados, após decisão da Mesa Diretora, motivada pelo excesso de faltas às sessões legislativas. A soma dos episódios agora também repercute na esfera administrativa da Polícia Federal.











