A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou, nesta segunda-feira (23), a favor da prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro, após internação e quadro grave de broncopneumonia. A decisão final cabe ao ministro Alexandre de Moraes, que pode acatar o pedido da PGR ou nega-lo.
Essa não é a primeira vez que Bolsonaro passa mal desde que foi preso. Em setembro do ano passado, por exemplo, quando ainda estava em prisão domiciliar, ele precisou de atendimento médico. Na época, ele apresentou quadro de vômitos, tontura e queda da pressão arterial.
Já em janeiro deste ano, quando estava detido na Superintendência da Polícia Federal, o ex-presidente precisou ser internado depois de passar mal e bater a cabeça em um móvel da cela.
Nesse mesmo mês, o ex-presidente foi transferido para a Papudinha, a pedido dos advogados dele. A unidade conta, entre outras coisas, com apoio de fisioterapia e de médicos 24 horas, barra de apoio na cama e cozinha.
O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado, com trânsito em julgado em novembro de 2025. A condenação refere-se ao seu papel como líder na trama golpista de 8 de janeiro de 2023. A pena será cumprida na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.









