A Procuradoria-Geral da República (PGR) se posicionou contra o pedido da Polícia Federal do Brasil para quebra de sigilo bancário, fiscal e telemático do empresário Fábio Luís Lula da Silva. Em parecer sigiloso enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o vice-procurador Hindemburgo Chateaubriand argumentou, em dezembro, que não havia elementos suficientes para justificar a medida naquele momento.
Apesar disso, o ministro André Mendonça autorizou a quebra de sigilo em janeiro. A investigação apura possíveis ligações com fraudes no INSS, que teriam causado prejuízo estimado em R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024. Inicialmente, as evidências indicavam apenas que Lulinha conhecia a empresária Roberta Luchsinger. A Polícia Federal do Brasil investiga se ela teria atuado como intermediária entre ele e Antônio Camilo Antunes, apontado como figura central do suposto esquema.











