Nesta semana, o Ministério Público Federal (MPF) arquivou um pedido de investigação por supostos crimes do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e sua família durante a pandemia da Covid-19.
A decisão, assinada pela procuradora da República Luciana Furtado de Moraes, afirma que não há elementos mínimos para abrir uma investigação criminal.
O pedido, com origem em uma representação enviada pela Sala de Atendimento ao Cidadão do MPF, elencava supostos crimes de genocídio, envolvimento com milícias, tráfico de drogas, corrupção, uso indevido da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), entre outras acusações.
A procuradora justificou sua decisão afirmando que as informações são “inespecíficas e genéricas”, sem provas documentais mínimas que as sustentem.
Diante da ausência de indícios de materialidade e autoria, o órgão concluiu que não há motivos plausíveis para justificar a atuação da Polícia Federal ou a intervenção do Ministério Público Federal no caso.








