Em levantamento feito pelo Metrópoles, em 2025 o Ministério da Saúde incinerou mais de R$ 108 milhões em vacinas, medicamentos e insumos, porém 17,1% desse valor, ou R$ 18,5 milhões, ainda se encontravam dentro da data de validade.
Entre os itens estavam uma bomba de infusão de fluidos, medicamentos, sangue e nutrientes, usada em hospitais, e dois kits completos para monitorar a glicose, adquiridos por R$ 900 e R$ 58,99 a unidade, que tinham validade até dezembro de 2050.
Outros medicamentos dentro da validade, para o tratamento contra o câncer, como o blinatumomabe (R$ 141.929,07 a unidade), que trata a Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA); e o brentuximabe vedotina (preço unitário de R$ 88.905,59), contra linfomas, também foram descartados.
Segundo o Ministério, “medicamentos e insumos incinerados por não conformidade técnica são repostos ou ressarcidos, conforme cada contrato” e afastou o rótulo de desperdício.








