Um memorial instalado há mais de dois anos em Washington D.C., nos Estados Unidos, voltou a ser compartilhado nas redes sociais em meio às recentes tensões envolvendo o Irã. A instalação presta homenagem a mulheres iranianas que foram presas, torturadas ou mortas após desafiarem o regime islâmico ao reivindicar direitos considerados básicos, como estudar, trabalhar e escolher o que vestir.
A iniciativa foi criada para dar visibilidade a vítimas da repressão estatal e manter viva a memória de casos que ganharam repercussão internacional durante ondas de protestos no país. Nos últimos dias, publicações retomaram imagens do memorial e questionaram a ausência de mobilização contínua da comunidade internacional em torno da situação dessas mulheres, citando o termo “indignação seletiva”.
O assunto reacendeu debates sobre direitos humanos no Irã e sobre a resposta de governos e organismos internacionais diante de diferentes crises políticas e sociais no cenário global.







