Gilson Machado Neto, ex-ministro da Cultura durante o governo Bolsonaro, foi às redes sociais para se defender das acusações de propaganda eleitoral antecipada em favor de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que deve concorrer à Presidência da República. Em vídeo publicado em seu perfil, Machado Neto afirmou ter sido surpreendido com o número de matérias sobre o caso, após a divulgação de um conteúdo promovendo um “adesivaço” intitulado “O Nordeste está com Flávio Bolsonaro 2026”.
O deputado federal Lindbergh Farias protocolou uma petição junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na qual solicita a retirada do material no prazo de 24 horas e a proibição de novas publicações de teor semelhante. O pedido também requer a fixação de multa diária mínima de R$ 10 mil em caso de descumprimento.
Machado Neto ainda acusou o principal autor da denúncia, Lindbergh Farias (PT-RJ), de ter realizado campanha eleitoral antecipada por meio de verbas investidas na divulgação durante o desfile carnavalesco que homenageou o atual presidente do país, Luiz Inácio Lula da Silva. O ex-ministro afirmou, ainda, que jamais faria algo que prejudicasse a família Bolsonaro, declarou que custeou a produção dos adesivos com recursos próprios e pediu para que seus seguidores tirassem suas próprias conclusões.








