Thayane Smith, de 19 anos, usou as redes sociais para relatar detalhes da subida ao Pico Paraná com Roberto Farias, amigo que desapareceu na virada de 2025 para 2026. Segundo a jovem, ela confiou inicialmente na suposta experiência dele em segurança, resgate e atuação como bombeiro, mas percebeu ao longo da trilha que acabou assumindo tarefas essenciais da expedição, como água, alimentação, montagem da barraca e organização do acampamento.
No depoimento, Thayane afirmou que a noite foi marcada por desconforto e improviso. Para enfrentar o frio intenso, disse ter dormido nua dentro da barraca, coberta apenas por um casaco térmico e abraçada a Roberto para se aquecer, ressaltando que limites físicos foram respeitados. Ainda assim, descreveu a situação como tensa e distante da sensação de segurança que esperava de alguém que se apresentava como experiente.
A jovem contou que levou preservativos com a expectativa de “relaxar o corpo”, mas classificou a experiência como “totalmente broxante”, afirmando não ter sentido liderança nem preparo por parte de Roberto diante das dificuldades da trilha. Para ela, faltou organização e comando em momentos decisivos da subida.







