O Exército oficializou a aposentadoria do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro e delator-chave no inquérito que apura a tentativa de golpe de Estado. A transferência para a reserva remunerada passa a valer a partir de 2 de março.
O pedido de aposentadoria antecipada foi feito por Cid em agosto de 2025, pouco antes de ser condenado. A solicitação acabou sendo aceita pelo comando do Exército em janeiro de 2026, encerrando oficialmente a trajetória do militar na ativa.
Ao completar 30 anos de serviços prestados à Força, Cid terá direito a um salário proporcional, estimado em cerca de R$ 16 mil líquidos por mês. A decisão, no entanto, traz efeitos imediatos fora da folha de pagamento: com a aposentadoria, ele deverá desocupar a casa oficial onde vive com a família na Vila Militar de Brasília.











