Leo Áquilla se pronunciou nesse domingo (28) após a audiência de custódia de Romagaga, que teve a liberdade provisória concedida pela Justiça. Apesar da decisão, o caso gerou críticas e repercussão pela forma como a mulher trans teria sido tratada durante a prisão.
De acordo com a defesa, Romagaga foi submetida a uma revista íntima realizada por um policial homem, sem consentimento. Leo Áquilla classificou o episódio como grave, afirmou que houve violação de direitos e declarou que medidas legais serão adotadas para apurar o caso.
A ativista destacou ainda a importância de respeito à identidade de gênero e ao cumprimento dos protocolos legais durante abordagens policiais, especialmente em situações que envolvem pessoas trans.
Romagaga foi presa após uma confusão na Rua Augusta, no Centro de São Paulo, e responde pelos crimes de desobediência, desacato, ato obsceno, ameaça, embriaguez e invasão. O caso segue sendo acompanhado pela defesa e por representantes de movimentos de direitos humanos.












