A crise interna do PL ganhou novos capítulos neste sábado (20). Eduardo Bolsonaro (PL-SP) rebateu as declarações de Valdemar Costa Neto, presidente da sigla, que havia dito que o deputado “não tem votos” e poderia até “matar o pai” politicamente.
Em tom inflamado, Eduardo afirmou que não abdicou de sua trajetória para “se submeter a esquemas espúrios” e defendeu que a direita precisa ser resgatada “das mãos de aproveitadores”. Valdemar respondeu dizendo que os votos do parlamentar são reflexo da popularidade de Jair Bolsonaro, e não méritos próprios.
O atrito expôs ainda mais as divisões dentro do partido. Eduardo já sinalizou a possibilidade de deixar o PL caso Tarcísio de Freitas se filie para disputar a Presidência. Nos bastidores, o filho do ex-presidente articula alianças nos Estados Unidos, enquanto enfrenta indiciamentos da Polícia Federal.
O clima se agravou após ataques também vindos de Paulo Figueiredo, aliado de Eduardo, que chamou Valdemar de “palhaço corrupto”. A disputa evidencia a guerra de poder no campo bolsonarista às vésperas das articulações para 2026.





