19 de março de 2026
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“Devemos nos preparar para o pior”, diz embaixador brasileiro sobre conflito no Oriente Médio

Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) realiza ciclo de debates: "O Brasil e a Ordem Internacional: Estender Pontes ou Erguer Barreiras?". 7º Painel: Brexit: quantos mais? O Crescimento dos Nacionalismos e o Futuro da União Europeia. Ponderação sobre o Brexit (a saída do Reino Unido da União Europeia) e a eleição do presidente Donald Trump como sinais de uma nova era. Desafios e oportunidades para o Brasil. À mesa, ex-ministro das Relações Exteriores, embaixador Celso Amorim. Foto: Ana Volpe/Agência Senado

O embaixador e assessor especial do presidente Lula (PT), Celso Amorim, em entrevista à GloboNews, afirmou que o Brasil deverá se preparar para “o pior” após escalada de conflitos entre Irã, Estados Unidos e Israel.

“Ninguém é juiz do mundo. Matar um líder de um país, que está em exercício, é condenável e inaceitável. Devemos nos preparar para o pior”, disse.

Ao explicar o que seria “o pior”, Amorim destacou a escalada e possível alastramento do conflito no Oriente Médio.

“O aumento vertiginoso das tensões no Oriente Médio, com grande potencial de alastramento. O Irã historicamente fornece armamento para grupos xiitas que estão em outros países, além de grupos radicais”, argumentou.

Celso Amorim também disse que ainda não conversou com Lula nesta segunda (2) e que ainda irão conversar sobre o assunto.