O Clássico das Multidões promete movimentar a quarta-feira de cinzas com mais um capítulo decisivo entre CRB e CSA. Os maiores campeões do estado se enfrentam às 20h, no Estádio Rei Pelé, em Maceió, com mando regatiano, abrindo a semifinal do Campeonato Alagoano. A expectativa é de arquibancadas cheias e clima de decisão desde o apito inicial. A transmissão será ao vivo pela NNplay, no YouTube.
O histórico do confronto reforça o peso da rivalidade. Em 527 jogos disputados, o CRB venceu 189 vezes, o CSA triunfou em 158 oportunidades e houve 180 empates. No número de gols, a vantagem é azulina: 640 contra 625. Os números mostram equilíbrio e ajudam a explicar por que o clássico mobiliza torcedores em todo o estado. Cada detalhe pode ser determinante em um duelo com tanta tradição.
Pressionado após campanha irregular na primeira fase, o CRB terminou em terceiro lugar, com 13 pontos, e busca reação no mata-mata. Para o clássico, o técnico Eduardo Barroca deve escalar Matheus Albino; Hereda, Henri, Fábio Alemão e Lucas Lovat; Crystopher, Pedro Castro e Danielzinho (ou Luizão); Thiaguinho, Dadá Belmonte e Mikael. Reforços como Bressan, Lyncon e Luiz Phellype ficam como opções, enquanto Danielzinho ainda é dúvida por questão muscular. A equipe aposta na força ofensiva para largar em vantagem.
Invicto e com campanha mais consistente, o CSA somou 17 pontos e terá a vantagem de decidir a vaga como mandante. Itamar Schülle deve mandar a campo Wellerson; Marcos Ytalo, Rayan, Lucão e Kaike; Kayllan, Fabrício Bigode e Dudu Figueiredo; Buba, Matheus Souza e Ciel. Sem desfalques confirmados, o treinador mantém a base da primeira fase e confia no equilíbrio do meio-campo. A recomposição defensiva e a experiência do ataque são trunfos azulinos.
A arbitragem será comandada por Ramon Abatti Abel (Fifa-SC), auxiliado por Danilo Ricardo Simon Manis e Fabrini Bevilaqua Costa, ambos Fifa-SP. O VAR ficará sob responsabilidade de Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, com José Ricardo Laranjeira como AVAR. Em campo, a promessa é de intensidade, rivalidade e disputa acirrada por uma vaga na final. O primeiro duelo da semifinal coloca frente a frente tradição, pressão e invencibilidade.











