Evento realizado com a intenção de ser uma vitrine da Amazônia e do governo brasileiro para o mundo, a 30º Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30) tem chamado atenção não somente pelos debates referentes ás questões climáticas, mas também pelos problemas de infraestrutura , esvaziamento em relação às cúpulas anteriores e polêmicas na organização.
Na semana passada, durante a realização da Cúpula do Clima – evento que antecede a COP30, reunindo apenas líderes- já tinha ficado claro que o encontro estava mais esvaziado em relação aos encontros de anos anteriores. Foram registradas as presenças de 32 líderes no total. Esse número significa uma queda de 54% em relação à COP29, realizada em Baku, capital do Azerbaijão, no ano passado, quando 70 líderes compareceram.
Quando o recorte é apenas para presidentes, foram 15 presenças em Belém , frente a 31 no Azerbaijão. Entre as presenças mais ilustres que estiveram na capital paraense durante a Cúpula estão Ursla von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, Emmanuel Macron, presidente da França, e o secretário -geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres.







