5 de março de 2026
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Com presença de dirigentes de CSA e FAF, CBF projeta fortalecimento da Série C

Felipe Feijó (FAF), Samir Xaud (CBF) e Mirian Monte (CSA) (Foto: Joilson Marconne/CBF)

Em reunião realizada na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro/RJ, os times que disputam o Campeonato Brasileiro da Série C e as federações estaduais discutiram melhorias na disputa da Terceirona. A presidente do CSA, Mirian Monte, e o presidente da Federação Alagoana de Futebol (FAF), Felipe Feijó, estiveram presentes no evento.

Foram apresentadas diversas propostas para melhorar o nível e a rentabilidade da competição. As principais reivindicações são a implementação da arbitragem de vídeo (VAR) no torneio, o aumento do repasse financeiro por parte da CBF e a mudança no regulamento. Em vez das 19 rodadas atuais na primeira fase e quadrangulares para definir os clubes que sobem de divisão, as equipes querem o formato para 38 rodadas e pontos corridos, como ocorre nas Séries A e B.

Mirian Monte afirmou que a reunião é importante para tornar a competição mais forte, à altura da representatividade de clubes tradicionais que participam do certame.

“Essa reunião é um grande avanço, justamente por trazer a gestão compartilhada. É preciso compartilhar, e, para compartilhar, é preciso conhecer. A Série C é uma divisão com clubes de tradição, de camisa, que representem estados da federação, municípios importantes no nosso país e que levam esse apelo de público, de povo, um apelo comercial importante”, disse.

Felipe Feijó foi na mesma linha da mandatária azulina e destacou que o fortalecimento das competições nacionais é vital para que os torneios estaduais também aumentem o nível.

“A reunião foi mais um passo importante nessa construção que o presidente Samir (Xaud, da CBF) sempre tem falado, de unir forças. Todos que fazem o futebol precisam sentar-se na mesa, conversar. Com diálogo e boa vontade a gente consegue construir tudo. O fortalecimento das competições nacionais acaba fortalecendo as competições estaduais. É uma construção, uma pirâmide, onde todo mundo precisa se ajudar”, falou Feijó.