Duas cápsulas de Césio-137 sumiram de uma mineradora de Minas Gerais desde o final do mês de junho. A AMG Brasil, localizada no sul do estado, acionou a Polícia Civil, que suspeita de furto.
A Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) também foi notificada pela empresa e declarou que, apesar de serem de Césio-137, as fontes desaparecidas possuem atividades 300 mil vezes menor que a do material do caso de Goiânia, ocorrido em 1987.
Segundo a mineradora, as fontes são duplamente encapsuladas com aço inoxidável e blindadas por fora com aço inox, sendo resistente a impactos.










