9 de março de 2026
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Banca afirma que edital não previa testes adaptados após candidato com nanismo ser reprovado para delegado

Após o advogado Matheus Menezes denunciar ter sofrido discriminação no Teste de Aptidão Física (TAF) do concurso para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), a Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca organizadora do concurso, informou que o edital do mesmo não previa adaptações nos testes físicos.

Segundo a FGV, em nota, os exames biofísicos do concurso seguiram as regras previstas no edital e que não havia previsão da adaptação individual para os candidatos. Matheus tem nanismo e pediu que fosse enquadrado como Pessoa com Deficiência (PCD) e tivesse seu teste adaptado.

A Polícia Civil mineira informou que Matheus foi aprovado nas provas objetiva, discursiva, oral e nos exames biomédicos, mas não foi aprovado nos exames biofísicos, sendo considerado inapto pela corporação.

Confira abaixo a nota completa da FGV:

“A Fundação Getulio Vargas informa que, em observância à opção estabelecida pela Polícia Civil do Estado de Minas Gerais (PCMG), o Edital de Convocação para os Exames Biofísicos, publicado em 09/01/2026, previu expressamente que não haveria adaptação dessa etapa às condições individuais dos candidatos.

Conforme disposto no item 1.19 do referido edital, os exames biofísicos foram realizados nas mesmas condições para todos os candidatos, em conformidade com as regras previamente estabelecidas no certame.”