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Ativistas do México se deitam como “mortos” contra assassinatos de defensores da floresta

A entrada da Zona Azul da COP30, em Belém, foi palco de um ato simbólico e forte na manhã desta segunda-feira (10). Integrantes da Caravana Mesoamericana, grupo formado por ativistas de direitos humanos e do meio ambiente do México, realizaram um protesto para denunciar a violência contra defensores da natureza. Os manifestantes se deitaram no chão, cobertos por lençóis brancos, simulando cadáveres. O gesto representou ambientalistas e líderes comunitários que foram assassinados, presos ou desapareceram por lutarem contra desmatamento, mineração ilegal e grilagem de terras.A caravana afirma que a Mesoamérica está entre as regiões mais perigosas do mundo para quem protege florestas e rios, especialmente povos indígenas e lideranças camponesas. O protesto ocorreu em um dos pontos de maior circulação do evento, chamando atenção de delegações, turistas e jornalistas. A intenção é pressionar os países participantes da COP30 a criarem mecanismos reais de proteção aos defensores ambientais  e não apenas discursos. A manifestação foi pacífica e durou cerca de 40 minutos.  
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