10 de janeiro de 2026
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Aposentadoria em 2026: veja o que mudou nas regras e como calcular o benefício

O ano de 2026 trouxe novos ajustes nas regras de aposentadoria para quem contribui com o INSS, especialmente para trabalhadores que já estavam no sistema antes da reforma da Previdência, aprovada em 2019. As mudanças seguem o calendário de transição previsto na reforma e alteram idade mínima, tempo de contribuição e pontuação exigida.

Pela regra geral, válida para novos segurados, mulheres precisam ter 62 anos de idade e, no mínimo, 15 anos de contribuição. Para os homens, a exigência é de 65 anos de idade e 20 anos de contribuição. Já para quem estava no INSS antes da reforma, continuam valendo as regras de transição, que sofrem ajustes anuais até 2031.

Em 2026, a idade mínima progressiva sobe seis meses. As mulheres passam a precisar de 59 anos e seis meses, enquanto os homens devem ter, no mínimo, 64 anos e seis meses, além do tempo de contribuição de 30 anos para mulheres e 35 para homens. Na regra dos pontos, que soma idade e tempo de contribuição, a exigência é de 93 pontos para mulheres e 103 para homens.

Também seguem válidas outras modalidades de transição, como a aposentadoria por idade (62 anos para mulheres e 65 para homens, com 15 anos de contribuição), o pedágio de 50%, voltado a quem estava perto de se aposentar em 2019, e o pedágio de 100%, que exige o cumprimento integral do tempo que faltava, mas pode garantir um benefício maior.

Especialistas recomendam que o segurado avalie todas as regras disponíveis, já que é possível se aposentar pela modalidade mais vantajosa. A simulação pode ser feita pelo portal ou aplicativo Meu INSS, que ajuda a calcular o tempo restante e o valor estimado do benefício.